23 de jul de 2009

Não seria a favela uma espécie de Arquitetura Minimalista Popular?


A criatividade e a necessidade fazem com que as pessoas encontrem soluções para seus problemas ainda que de forma que não agrade esteticamente a elite.
A arquitetura da "favela", se é que podemos chamar assim estas construções com mínimas dimensões, mínimos custos, poluídas visulmente por fios e caixa d´água.
Aliás o povo pobre é um minimalista por essência, ou melhor esta é sua aspiração social. Ter o essencial, o básico para uma vida digna. Viver com aquilo que realmente é importante.

Arquitetura Minimalista - Alto Padrão


Minimalismo e Mentalidade Enxuta





O conceito de Mentalidade Enxuta é eliminar dos processos tudo o que não agrega valor sob o ponto de vista do cliente (usuário), ou seja fica somente o essencial. Eu que nunca tinha entendido exatamento o que é o Minimalismo hoje descubro que nada mais é do que a Mentalidade Enxuta aplicada à Arte, à Arquitetura, à Literatura...Ou será que a Metalidade Enxuta é uma espécie de minimalismo aplicado à Engenharia de Produção.

O importante é que ambos focam somente no que realmente é importante. O minimalismo foca no essencial e prega a Arquitetura Funcional focada no que é importante para o usuário. É inimigo da estética fútil, sem função. Prega estética vinculada à alguma função.

20 de jul de 2009

Imóveis de Luxo atrai investidores mesmo durante a crise


Com valores entre 8.000 e 12.000 por m2 os imóveis de luxo tem acabamento premium e muita tecnologia incorporada (Sistema de Segurança, CFTV, Controle de Acesso, Biometria, Sistema de Som, Central Multimídia, Aspiração Central, Automação, Sistemas Integrados, Persianas Elétricas, Janelas e Portas Acústicas, Porta de Acesso Blindada, Aquecimento de Piso, Sistema de Ar Condicionado Digital, Cenários de Iluminação, Monitores Touch screem, etc)

As Ilhas Particulares Brasileiras - Que Dubai, que nada
















De cima para baixo temos:
Fotos 1 e 2 - A paradisíaca ilha das canas
Foto 3 - A Ilha do Capítulo em Angra
Foto 4 e 5 - A Propriedade de Milton Afonso - ex-dono da Golden Cross





2 de jul de 2009

Construção - "Made in China"


















Como se não bastassem as canetas falsificadas de péssima qualidade, o sapatos que soltam a sola com a chuva e têm revestimento interior em papelão, os guarda-chuvas automáticos de uma utilização, os eletrônicos com ausência de controle de qualidade, agora temos uma amostra do que é a construção chinesa.
Não é necessário uma única palavra para mostrar a incompetência técnica deste país acostumado a produzir má qualidade a baixo custo, com trabalhadores semi-escravos.
Com certeza o Governo Ditador e Comunista Local irá ocultar as vítimas deste absurdo e irá amenizar com alguma desculpa esfarrapada.

fonte: twitter









1 de jul de 2009

Personalização 2.0 – MaxHaus virtual


Muito bacana o sistema da MaxHaus, que trabalha com a personalização de interiores. Uma idéia simples e ousada: 70 metros quadrados, em branco, esperando que você personalise o espaço da forma como bem entender.

A partir daí, vai da criatividade e da necessidade de cada morador, que escolhe como vai querer configurar seu apartamento através do website e, inclusive visitar o dos outros. Os apartamentos possuem inclusive campainha em MP3 e portas com isolamento acústico!

Imóveis mais baratos e prontos com mais rapidez


No mês passado, a Votorantim, um dos maiores grupos de fabricação de cimento do país, anunciou parceria com a construtora mexicana Homex para a construção de megaempreendimentos voltados para o segmento de baixa renda. O projeto, se baseia na tecnologia especializada que reduz o custo final da produção e na construção de grande número de imóveis em um mesmo condomínio.


A parceria está sendo realizada por meio da marca Engemix, que ficará responsável pelo fornecimento de cimento na construção dos empreendimentos. “A Homex é especialista em residências populares e na construção em série. Chegou ao Brasil há pouco tempo e é uma das primeiras construtoras a ter um projeto adequado ao programa Minha Casa, Minha Vida. Além da Engemix, que fornecerá todo o concreto para estas obras, a empresa também tem parceria com a Votoraço, que oferece a estrutura (moldes) necessária para erguer as casas”, informa o diretor da Engemix, Álvaro Veloso.


O primeiro lançamento desta parceria já tem local para acontecer: vai ser em São José dos Campos, interior paulista, um condomínio gigantesco com 1403 imóveis, entre casas e apartamentos. O valor médio será de R$ 80 mil cada um e o início da construção está marcado para este mês, com prazo de entrega de 90% do condomínio ainda para o final de 2009. A rapidez para a conclusão da obra está ancorada na tecnologia empregada que utiliza paredes de concreto que permite construir diversas unidades residenciais em pouco tempo. São utilizados moldes para as paredes – que também servem de estrutura –, onde o concreto é injetado.


A parceria deverá lançar empreendimentos em todo o território nacional. A escolha para estrear em São José dos Campos foi meramente mercadológica. ”O interior de São Paulo é uma das microrregiões com maior índice de déficit habitacional. A abrangência da Engemix é nacional. A empresa estruturou equipe de vendas para oferecer a tecnologia em todo o Brasil, tanto para a construção em série quanto para a autoconstrução (obras individuais)”, avisa o diretor da empresa.


A novidade é que a mesma tecnologia empregada na construção dos grandes empreendimentos da parceria Engemix-Homex também pode ser utilizada na construção ou reforma da sua casa. “Atendemos a demanda de quem necessita de volumes menores de concreto, levando as betoneiras até casa do cliente. O destaque está na facilidade de pagamento, que pode ser via cartão de crédito Visa ou por financiamento da BV Financeira, do Banco Votorantim. Estas duas parcerias financeiras foram firmadas seguindo o compromisso da empresa de contribuir para a redução do déficit habitacional brasileiro”, complementa Veloso.


Os imóveis da parceria estarão disponiveis dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”.


por Fernando Império

Baixa Renda - Novo Padrão do CDHU


Imóvel, que serve de referência às outras moradias, possui itens do novo padrão de construção da companhia, como aquecedor solar, esquadrias de alumínio e o terceiro dormitório.

A CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) inaugurou em Sertãozinho, interior de São Paulo, a primeira casa-modelo construída sob o novo padrão desenvolvido pela empresa. A moradia possui itens como aquecimento solar, piso cerâmico, pé-direito ampliado de 2,4 para 2,6 metros e o terceiro dormitório, que aumenta a área construída para até 64m². O novo padrão de moradias da CDHU ainda prevê o emprego de esquadrias de alumínio, estrutura de metal no telhado em substituição à madeira, abrigo para botijão de gás, cobertura na área de serviço, muros divisórios entre os imóveis e tratamento paisagístico das ruas, calçadas e espaços livres. A habitação também atende os parâmetros de acessibilidade do Desenho Universal.
A execução prévia da casa-modelo tem dois objetivos principais, segundo a CDHU. O primeiro deles é de que as especificações técnicas do imóvel sirvam de referência para as demais unidades em construção. Já o segundo é permitir que, por meio da casa-modelo, a população possa acompanhar a obra e visualizar como serão as demais moradias do empreendimento. A perspectiva da CHDU é de que, em breve, todos os canteiros de obras de empreendimentos distribuídos pelo Estado de São Paulo tenham suas casas-modelo. O conjunto habitacional Sertãozinho G é avaliado em R$ 32,8 milhões e começou a ser construído no início em agosto de 2008, com previsão de término em até dois anos.
fonte:Por Ana Paula Rocha