21 de fev de 2010

O que é, uma Fachada ventilada?


A Fachada Ventilada pode ser definida como um sistema de protecção e revestimento exterior de edifícios, caracterizado pelo afastamento entre a parede do edifício e o revestimento, criando, assim, uma câmara de ar em movimento.

O adjectivo “ventilada” deriva, exactamente, desta câmara-de-ar que permite a ventilação natural e contínua da parede do edifício, através do efeito de chaminé (o ar entra frio pela parte inferior e sai quente pela parte superior).

Deste modo, com o “arejamento” da parede, evitam-se as comuns humidades e condensações características das fachadas tradicionais e, consequentemente, consegue-se um maior conforto
térmico.

A Fachada Ventilada tem, ainda, como outras vantagens a montagem fácil e possibilidade de colocação das instalações eléctricas e sanitárias no espaço criado entre a parede e o revestimento.
do edifício)

fonte: José Vitória Arquitetura - http://www.vitoria.com.pt




Aplicação de Cerâmica em Fachadas Ventiladas


NOVAS GERAÇÕES DE REVESTIMENTOS CERÂMICOS PROMETEM CONTRIBUIR PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DOS EDIFÍCIOS

Num futuro não muito distante, os revestimentos cerâmicos terão mais do que a função de cobrir paredes, pisos e fachadas. As placas cerâmicas, associadas às células fotovoltaicas, serão capazes de gerar energia elétrica. A tecnologia, em desenvolvimento pelo professor e pesquisador Arturo Salomoni, do Centro Cerâmico de Bolonha (CCB), na Itália, tem sido divulgada em feiras como a espanhola Cevisama e a brasileira Revestir, que aconteceu em março de 2008 em São Paulo.

As cerâmicas poderão incorporar não só células fotovoltaicas como também placas fototérmicas, capazes de coletar o calor para aquecer um fluido de calefação de um edifício.

Leia a Reportagem completa na Revista Arquitetura e Urbanismo no link abaixo:

http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/169/especial-pini-60-anos-futuro-da-ceramica-77735-1.asp

Sistema de Fachada Ventiladas (Detalhes)


  • A. Forjamentos
  • B. Fechamento base (1/2 pé de maciço perfurado)
  • C. Foscagem hidrófuga
  • D. Isolamento térmico
  • 1. Placa de fachada ventilada de Betão Polímero
  • 2. Perfil de arranque contínuo
  • 3. Perfil de guia contínuo
  • 4. Perfil de arranque invertido contínuo

Fachadas respirantes


foto acima: Encaixes na peça extrudada facilitam a montagem. O espaço entre os dois paramentos funciona como uma câmara de circulação e renovação de ar


Ainda em processo de introdução no Brasil, a fachada ventilada tem sua eficiência comprovada há mais de 30 anos nos países do hemisfério Norte. Por aqui, vem suscitando interesse tanto pelos efeitos estéticos quanto pelo desempenho térmico prometidos. Em tempos de exigência de menor consumo energético, o sistema pode contribuir para reduzir as cargas de condicionamento artificial de ar. Pode também, como uma "capa" protetora, preservar a estrutura e prolongar a vida útil da edificação.

Leia a Reportagem completa na Revista Téchne no link abaixo:

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/144/fachadas-respirantes-fachadas-ventiladas-combinam-funcoes-esteticas-com-bom-128934-1.asp

17 de fev de 2010

Energia Solar Fotovoltáica: Será a Solução?



Por Antonio Macêdo Filho
A energia fotovoltáica é possivelmente a forma mais limpa de produção energia elétrica. Transforma a luz diretamente em energia elétrica. Em sua operação, a resultante é, além da energia, zero de calor e zero de poluição. A equação parece perfeita.

Mas, nem tudo são flores. Argumenta-se que, como a produção das células de silício puro, por conta da dificuldade de se obter a qualidade que se exige para a produção de energia em quantidade razoável, é bastante custosa e envolve a emissão de grandes quantidades de CO2, segundo alguns especialistas, a energia produzida por um painel fotovoltáico durante toda a sua vida útil, que se conta em décadas, não seria suficiente para compensar as emissões do seu processo produtivo.

Leia artigo completo no link abaixo:

http://www.aeacursos.com.br/gbc/hotsite/artigos/Energia%20solar%20fotovolt%C3%A1ica.asp


Energia Fotovoltaica - no Brasil, os primeiros passos

foto: Instituto Eletrotécnico - USP

A experiência bem-sucedida de alguns países europeus com o uso dessa fonte de energia renovável e limpa, aliada à crescente crise energética mundial, incentiva projetos com sistemas fotovoltaicos em universidades brasileiras. Fora do círculo acadêmico, no entanto, eles ainda constituem objeto de desejo para o mercado.

Leia reportagem completa no link abaixo:

http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/energia-fotovoltaica-na-arquitetura-no-brasil-19-06-2009.html

13 de fev de 2010

O uso da fotocatálise em materiais autolimpantes



As fachadas das edificações apresentam alteração de cor e escurecimento ao longo de sua vida útil, exigindo limpezas freqüentes, com grande impacto nos custos de manutenção.

Uma técnica moderna que vem sendo desenvolvida é a fotocatálise, que tem como base a criação de superfícies autolimpantes pela simples incidência de radiação ultravioleta.

Ver reportagem completa na Revista Téchne:
http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/141/artigo119365-1.asp

Sustentabilidade high tech


Extravagantes, edifícios como os de Dubai e China tentam provar que são sustentáveis. Por isso, transformaram-se em grandes geradores eólicos e captadores fotovoltaicos. Mas isso é viável?

Leia a reportagem completa na Revista Téchne abaixo:

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/141/artigo119430-1.asp

1 de fev de 2010

O que gera bons resultados?

foto: Equipe Astana de Ciclismo - vencedora do Tour de France 2009

Umas das maiores responsabilidades da alta administração é a definição de metas e objetivos para o negócio. Para fazer prosperar a empresa e melhorar os resultados, a alta administração estabelece metas e objetivos, frequentemente ambiciosos, para com isso “puxar” a organização e estimular e motivar as pessoas a fazerem melhor. Tais diretrizes são desdobradas para o restante da organização e a sua evolução tende a ser acompanhada periodicamente.

Em nosso leanmail de abril de 2009, intitulado “Cuidados com a gestão por indicadores”, destacamos os equívocos que se cometem ao focalizar a gestão nos números exclusivamente. Após receber diversos comentários, decidi voltar ao assunto procurando clarificar este tema.

Nos nossos trabalhos com a alta administração das empresas, buscando avançar na jornada lean, procuramos enfatizar o papel dos líderes na transformação e um dos aspectos mais relevantes que mostramos é a importância do “genchi genbustu”.
Mas o que é o genchi genbtsu? Para que serve? Porque é importante? Qual a sua relação do com a conquista de resultados?

“Genchi Genbutsu” significa literalmente o local real (“genchi”) e as coisas reais (“genbutsu”). Implica que as pessoas devem ir até o local onde as coisas acontecem e serem capazes de analisar e entender profundamente o que está acontecendo. É uma maneira de se envolver pessoalmente e diretamente com os processos reais e com os problemas reais.

A famosa frase da Taiichi Ohno “dados são importantes, mas dou maior ênfase aos fatos” está ligada a isso. Para saber os fatos, você precisa ver por si próprio com olhos críticos. Indicadores, números ou dados são meras representações do que acontece na realidade.

Se você não aceita as conclusões de alguém ou um relatório enviado por um colaborador como verdade, significa que você não confia nele/nela? Em absoluto. Entender a situação é mais fácil quando você se baseia em fatos verificados pessoalmente.

No sistema lean não interessa atingir somente os resultados. Interessa o processo pelo qual o resultado será atingido. O lider lean não deve dar a solução (o que tiraria a responsabilidade dos responsáveis pelo processo) nem deixar que eles resolvam como quiserem. Junto com os responsáveis, deve ir ao gemba para fazer perguntas até estar convencido que o responsável pelo processo cientificamente (PDCA, identificando o problema e causas, envolvendo as pessoas certas etc) tem uma boa proposta de como atingir os objetivos.

Mudar o comportamento, as atitudes, as rotinas e as práticas das pessoas é uma das chaves da transformação lean. Assim, o que gera bons resultados são os processos sólidos e robustos com pessoas envolvidas e motivadas, que aprendem continuamente e ajustam seus planos de ação de acordo com a necessidade e focalizam naquilo que é relevante do ponto de vista dos clientes.

José Roberto Ferro
Presidente
Lean Institute Brasil