18 de mai de 2011

Painéis Fotovoltaicos - Agora mais acessível???



SÃO PAULO – Para tornar o acesso aos painéis solares mais acessível, o senador João Vicente Claudino (PTB-PI) apresentou proposta no Senado para isentar células solares fotovoltaicas de Imposto de Importação.


As células são utilizadas para a fabricação dos painéis solares que produzem energia elétrica. Contudo, segundo justificou Claudino no projeto, “apesar de a utilização de energia solar para aquecimento direto ser comum, os altos custos para sua conversão em energia elétrica, por meio de painéis solares, a torna uma opção menos acessível”.


Para o senador, de acordo com a Agência Senado, é preciso baratear os custos de energias consideradas limpas. Hoje, a alíquota do Imposto de Importação é de 12% para as células fotovoltaicas.


O Projeto de Lei 336/09 consta na pauta da Comissão de Serviços de Infraestrutura e deve ser votado na próxima quinta-feira (19).


Imóvel verdeUm imóvel considerado verde pode custar de 3% a 8% mais que uma unidade comum. Contudo, de acordo com oSecovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), os custos maiores não são repassados ao consumidor final, mas incorporados às empresas.


Para uma obra ser considerada verde, ela deve obedecer, ao menos, quatro requisitos:
Obra: envolve o processo de construção; redução de perda de materiais; preocupação com o entorno da construção; a origem do material escolhido, como a madeira, entre outros.


Saúde do ocupante: tinta à base de água nas paredes internas (há produtos que emitem gases tóxicos ao longo da vida útil); a acústica do imóvel, etc.


Meio ambiente: redução do consumo de água e energia; diminuição de emissão de poluentes e gases de efeito estufa, entre outros.

16 de mai de 2011

YORK traz chiller ecológico ao Brasil





Pode reduzir até 25% dos gastos anuais com energia em comparação aos chillers convencionais e até 50% substituindo aparelhos antigos. A redução do consumo de energia é obtida por meio de compressores equipados com controle de variação de velocidade (VSD), permitindo ajustar a capacidade a real necessidade da instalação.






Londres abrigará arranha-céu com características sustentáveis



Silvertree é um arranha-céu de 24 andares envolto por uma pele cintilante fotovoltaica que é intercalada com jardins verticais.
Sâo Paulo - O Royal Docks, um conjunto de três docas no leste de Londres irá abrigar uma torre com algumas características sustentáveis. Desenvolvido por Studio RHE, o Silvertree é um arranha-céu de 24 andares envolto por uma pele cintilante fotovoltaica e intercalada com jardins verticais.
Previsto para ser concluído em tempo para as Olimpíadas de 2012, o prédio contará também com uma bomba de calor (geotérmica) e um gerador de energia de biomassa, para completar a sua variedade de características ecológicas.
O planejamento já obteve aprovação e vai começar a ser construído até o meio do ano, quando é verão na Inglaterra. A torre de uso misto abrigará 161 suítes de alta qualidade, espaço comercial e de escritório e um café.
Faixas de alumínio curvado nos dois lados da fachada protegem a torre do sol, proporcionando espaço para uma série de paineis fotovoltáicos, que encaixados, oferecerão energia verde para o edifício.
A energia solar será transformada em eletricidade e também em aquecimento para o edifício. Os painéis fotovoltaicos são usados ​​em combinação com a energia geotérmica e de biomassa, para gerar calor e isolamento térmico, fornecendo energia renovável adicional ao projeto.
Grandes terraços e jardins proporcionam um local para descanso e uma oportunidade de olhar para fora do cais. O lugar também é adjacente a uma infra-estrutura recém-construída que lhe dá estreitos laços com a cidade de Londres e conexões ao aeroporto Heathrow. De acordo com o prefeito de Londres, o Silvertree será um elemento de um conjunto de novos edifícios sustentáveis ​​no Royal Docks de Londres.






Notícia 16/05/2011



Fonte: Exame.com