29 de out de 2011

Casa de Painéis de Bambu Processado

O chinês Dr Yan Xiao, pesquisador na Universidade do Sul da California desenvolveu casa de painéis de bambu - batizado de Glubam (bem parecidos com os painéis de OSB que conhecemos). O resultado é uma casa padrão americano como o da foto, que nada tem a ver com as choupanas de bambum que conhecemos. Sustentabilidade e Estética caminhando de braços dados.

Para ler a reportagem completa acesso o link abaixo:

Eco-Engenho - Projeto H2Sol



Iniciativas criativas como esta me fazem acreditar cada vez mais no Brasil, no povo brasileiro que apesar de todas as dificuldades grande parte delas geradas não pela falta de dinheiro(não somos a Africa) mas, sim pelo excesso de corrupção (somos a Rússia?).

O Eco-engenho trata-se de uma idéia simples e genial , alías as idéias geniais são simples e exeqüíveis. Trata-se de um coletor solar artesanal que move um sistema de captação de água no lençol freático que alimenta um sistema de irrigação por hidroponia. Ou seja, promove energia - água e renda a partir de um investimento modesto.

Este sistema foi implementado no município de São José de Tapera, no semi-árido alagoano, detentor de um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano do Brasil. O projeto H2Sol permitiu não somente a geração de renda (através de produção de pimenta premium artesanal - Pimenta de Tapera) para uma população excluída como também o resgate da auto-estima e da qualidade de vida. Imagine se o dinheiro gasto com o bolsa família (que se trata simplesmente de um projeto de distribuição de renda sem resgate da auto-estima do excluído) fosse revertido para projetos como este?

Alguém pode estar perguntando porque um assunto como este está no blog papo de obra. Para esclarecer faltou dar os créditos ao Eng. José Roberto Fonseca (na foto acima) , presidente do Instituto Eco-engenho. O projeto antes de mais nada é produto da engenharia, uma obra social.

Segue abaixo link do instituto eco-engenho:


Vídeos do canal eco-engenho abaixo:



22 de out de 2011

Vista de Nova Iorque a partir do Empire State Building

Esta foto foi tirada pelo ciclista suíço Fabian Cancelara - melhor contra-relogista do mundo, em sua visita ao Empire State Building. Os ciclistas agora estão de férias após o Giro da Lombardia, que marca o fim da temporada 2011 do ciclismo mundial. Foto enviada via twitter.

20 de out de 2011

A história do tijolo e Meu Bisavô Luis Piovesan




Os imigrantes italianos de origem Vêneta foram os pioneiros em fabricar tijolo no Brasil. Em jundiái, Luís Piovesan, meu Bisavô foi um dos pioneiros e de certa forma até hoje estamos ligados ao tijolo.

Leia artigo de João Borim e Eduardo C. Pereira no link Abaixo:


http://carijoscasaecia.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=51:a-historia-do-tijolo&catid=39:arquivo-e-historias&Itemid=59


Luís Piovesan, pai de Irene Piovesan (minha avó) casada com Santo Domenico Rigo (meu avô).

Meu Pai Roberto Rigo teve carreira na Ideal Standard , indústria de Louças Sanitárias em Jundiaí.

http://www.raixevenete.net/intro_stop_razzismo_lingua_veneta.asp

Na Foto - Vila Graff- Jundiaí/S, Edifício da ferrovia demolido propositadamente para dar lugar terreno valorizado pela imobiliária.
Tijolo encontrado nas ruinas.

Arte no Tapume da Obra na Av. Paulista com Pamplona


Tapumes devem ficar na região por aproximadamente três anos.
Pinturas homenageiam a história da avenida.

Os tapumes de uma obra na Avenida Paulista (das empresas CCDI - Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário e CCP - Cyrela Commercial Properties), em São Paulo, vão prestar uma homenagem à história da via. As pinturas começaram a ser produzidas por integrantes da ONG Revolucionarte, que capacita jovens de baixa renda com cursos profissionalizantes de pintura artística em murais, no dia 10 de outubro e devem ser finalizadas no início da semana que vem. A previsão é que os tapumes, na esquina com a Rua Pamplona, fiquem na avenida por aproximadamente três anos. (Foto: Divulgação)

O novo Empire State Building vai poupar 38% de energia por ano


O Empire State Building, em Nova Iorque, tornou-se o mais alto edifício dos Estados Unidos a receber uma certificação LEED, neste caso a Gold for Existing Building. A certificação decorre de um mega projeto de reabilitação do histórico edifício, o Empire State ReBuilding, que custou €400 milhões (R$960 milhões).

Esta renovação garante a redução do consumo energético do edifício em mais de 38% e deverá implicar uma poupança anual de €3,2 milhões (R$7,7 milhões). O retorno do custo de implementação levará três anos.

Por outro lado, estas melhorias permitirão reduzir as emissões de carbono em cerca de 105.000 toneladas métricas em 15 anos. Em janeiro de 2011 os proprietários do Empire State Building concordaram em comprar créditos de carbono no total de 55 milhões de quilowatts/hora de energia renovável, tornando-o um edifício carbono zero.

O edifício, que completa oitenta anos em 2011, esteve os dois últimos anos em renovação, para responder às necessidades sustentáveis e energéticas deste novo século. O processo de renovação do edifício, em termos de eficiência energética, foi criado por uma equipe integrada pela Clinton Climate Initiative, Johnson Controls, Jones Lang LaSalle e pelo Rocky Mountain Institute. O modelo será replicado em outros imóveis de todo o mundo.

“Quando foi construído, o Empire State Building tornou-se de imediato um ícone da sua época. Agora, devido ao importante investimento em eficiência energética, será também um ícone do século XXI, liderando em termos de renovação e melhoramento dos edifícios existentes para ir ao encontro das condições energéticas modernas”, disse David Bragdon, Director do Departmento de Long- term Planning & Sustainalibility da autarquia de Nova Iorque.

A certificação LEED foi criada pelo US Green Building Council (USGBC) e atribuída pelo Green Building Certification Institute (GBCI).